A matéria sobre cotas raciais para os concursos públicos, no periódico correio braziliense, levantou a atenção, em especial, dos concurseiros atentos à qualquer notícia que lhe diga respeito. Não demorou muito para a Andacon - Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros , publicar uma nota em repúdio à proposta do Executivo em apresentar projeto de lei que destinaria 20% de vagas em certames públicos para os negros.
Acredito que a Lei da Ponderação deva prevalecer e concordo com a posição defendida pela Andacon, uma vez
que se assim for,qualquer brasileiro(a,) mesmo que a cor da pele não denuncie,
poderá atestar que é negro.
Acho injusto, agora, criar cota para tudo no Brasil. Há longos anos que se debate a
melhoria urgente na qualidade do ensino brasileiro em todos os seus níveis e
várias políticas públicas foram implantadas com esse propósito. Por sinal já começamos a colher seus frutos, em
especial, no que se refere a oportunidades para os negros.
Aprovar tal proposta é ao mesmo tempo passar um atestado de incapacidade para o Governo no sentido de não estar alcançando a tão propalada qualidade na educação pública brasileira.
Tenho descendência NEGRA, alemã, índiana e italiana, não sou
rica e nem por isso acho justas tais cotas. Estudando com garra, todos chegam
lá.
Estão esquecendo de que temos uma grande parcela de brancos e pobres. Talvez seria mais justo pensar-se em cotas sociais. E mesmo assim é também uma solução discriminatória.
Para saber mais, visite: http://www.andacon.org.br/interna.asp?codigo=200&codOpt=5 em 07/11/2013
Até a próxima.
Até a próxima.

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