quinta-feira, junho 05, 2008

Dois Ouvidos, Dois olhos e Uma Boca. Quer mais?


Olá turma! Eu não poderia deixar de incluir, com toda licença à Dad, o texto postado no dia de hoje no Correio Braziliense. Proponho que contemos aos nossos filhos, aos nossos alunos.
A mensagem deve assentar bem fundo na mente de todos nós, e espero que assentem e não saiam de jeito nenhum dos pensamentos de algumas pessoas que conheço.
Adoram usar das aparências do que vêem para ter o que comentar com seus iguais. Suas estórias, muitas mirabolantes, caem por terra quando alguém tem a coragem de perguntar-lhes:

_Você tem absoluta certeza do que está dizendo?. E elas respondem:
_ Certeza, certeza mesmo não tenho, mas que parece... parece...
Não é à toa que temos dois ouvidos, dois olhos e uma só boca. Antes de comentarmos qualquer coisa devemos ouvir beemmm..... olhar beeemmmm..... Refletir sobre o que ouviu e viu... e assim mesmo refletir se vale a pena comentar, ou se é melhor deixar prá lá.... As palavras uma vez proferidas nunca mais retornam à boca.
Isso devemos sempre lembrar.

Pimenta nos olhos do outro

A polícia prendeu Paulo. O vizinho dele espalhou que o rapaz tinha caído nas mãos da PM porque era ladrão. Dias depois, o moço foi solto. A prisão tinha sido um engano. Sem perder tempo, o moço processou o linguarudo. O acusado disse ao juiz:

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-- Foi um comentário. Comentários não causam mal.

O magistrado ordenou:

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-- Escreva os comentários num papel. Depois, pique-o e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã volte para ouvir a sentença.

O senhor obedeceu. No dia seguinte, lá estava ele. O juiz disse:

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-- Antes da sentença, terá de catar os pedaços de papel que espalhou ontem.

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-- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado. Já não sei onde estão.

­ -- Da mesma maneira, disse o juiz, um simples comentário pode destruir a honra de um homem a ponto de não podermos consertar o mal.


Moral da história: se não podemos falar bem de uma pessoa, é melhor não dizer nada.Sejamos donos da nossa boca para não sermos escravos das nossas palavras.

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