segunda-feira, fevereiro 13, 2017

GREVE: A Educação Pública do DF vai Parar

*********************************************************************************

Contra novas regras de aposentadoria
Palanque dos Professores - Praça do Buriti - DF
por Thélia Theóphilo Bezerra
Olá!estudantes, professores e comunidade.

Os professores paralisarão dia 08 de março com data marcada para greve dia 15 de março próximo.
Essa decisão decorre do descaso do governo Rollemberg com essa categoria desde que assumiu o governo do DF, em 2015.




Professoras Andréia e Thélia - DF_2017
por Thélia Theóphilo Bezerra




Esses profissionais estão sem receber o percentual de seu plano de carreira desde então.
A esse valor soma-se mais 18% para repor seu poder de compra com o mínimo necessário de modo a cumprir seus compromissos já há muito tempo sendo pagos com juros altíssimos.





Paralisação dos professores do DF_Brasil_2017, de Thélia Theóphilo
Praça do Buriti - DF - Paralisação dos Professores
por Thélia Theóphilo Bezerra

Outro ponto a destacar: a paralisação assim como a greve nessas datas serão também utilizadas 
professores do DF rumo a greve_2017, por Thélia Theóphilo Bezerra
Praça do Buriti - DF - Paralisação dos Professores
por Thélia Theóphilo Bezerra
para repudiar a reforma da previdência. Pois essa medida imposta não só aos profissionais da educação mas a toda a sociedade brasileira irá gerar em pouco tempo um quantitativo enorme de trabalhadores





adoecidos em várias enfermidades desde depressão, aumento  do uso do álcool e tabagismo, acidentes físicos pelo alto grau de pressão no mundo do trabalho e outros.
Paralisação professores de Brasília-DF-Brasil_2017, por Thélia Theóphilo
Professores em Paralisação - Praça do Buriti_DF
por Thélia Theóphilo Bezerra

A sociedade como um todo sairá perdendo pois a qualidade de vida está na possibilidade de usufruir de uma aposentadoria digna e tranquila. O que é fato é o fim da aposentadoria. Poucos trabalhadores terão saúde para aproveitá-la, isso quando não morrerem antes.

Por fim, outro motivo apontado é a maneira como o ensino médio foi reformado sem uma ampla e necessária discussão com os afetados nesse processo. Sejam os alunos, sejam os professores. A retirada, por exemplo, das disciplinas filosofia e sociologia tão necessárias ao desenvolvimento do senso crítico dos alunos justamente na fase da adolescência e juventude. É sabido que nesta fase ocorre um amadurecimento em seus raciocínios para questões que envolvem não só sua educação formal mas principalmente a informal que juntas impactariam em uma sociedade mais justa, mais solidária, mais humana.

Até a próxima.








Nenhum comentário: