
Eis que surgem novas oportunidades para aqueles que desejam contribuir dando o seu "suor" e "saberes" para a educação. Porém, não vale reclamar depois, portanto conscientizem-se que seus novos salários, se comparados com os das carreiras judiciárias ou legislativas e alguns cargos do executivo, serão ainda baixos.
A seguir transcrevo os principais detalhes da notícia publicada no Correio Braziliense (Distrito Federal), em sua edição de hoje.
O total de 53.525 vagas serão assim distribuídas:
Do total de 26.027 vagas da rede de ensino fundamental, médio e técnico, 12.300 são para professor e 9.430 para técnicos administrativos. Os 4.297 postos restantes serão para cargos comissionados, dos quais 2.325 estão previstos para as novas escolas. No ensino superior, o texto aprovado na Câmara autoriza a criação de 13.276 vagas para professor e 10.654 para técnicos, além de 3,3 mil funções comissionadas.
Com a contratação de novos professores e a criação de universidades, o governo deseja criar 300 mil vagas de graduação em instituições federais em um prazo de cinco anos. Os cargos para as novas unidades de ensino somente serão preenchidos depois que elas começarem a funcionar com instalações adequadas e devidos recursos financeiros.
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