| Fonte: compartilhamento via Facebook em Maio2015 |
Conversando com um professor recém empossado na Secretaria de Estado de Educação do DF sobre posturas inadequadas de outros colegas de profissão, constato, mais uma vez, que não basta prover a escola de recursos pedagógicos diversos tais como laboratórios, bibliotecas, projetores, promover a capacitação e incentivo com novos cursos como os ofertados pela EAPE/DF (Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação - DF) e ainda convidar ou exigir a participação nas coordenações pedagógicas se o professor não quiser fazer a grande diferença em sua sala de aula.
Muito me entristece saber que na educação de Jovens e Adultos, por exemplo, em uma das escolas da rede pública em Samambaia persiste a prática de se fingir que ensina e os alunos por conta de hábitos antigos fingirem que aprendem. Alunos que estão prestes a concluir o ensino médio não sabem redigir um texto básico e erram feio em contas simples de matemática.
Alô Coordenadore(a)s Pedagógico(a)s acordem! Observem seus professores. Que futuro é esse que vocês estão construindo para nossos jovens e adultos? Vamos pegar pesado com os colegas que enrolam na sala de professores para iniciar seu turno de trabalho, dispensam mais cedo os alunos para não perder a partida de futebol e fazem vista grossa para as "pesquisas" tipo "Control + C - Control + V" .
Professores que agem assim estão contribuindo para perpetuar o desejo eterno da classe dominante como já denunciava o saudoso Paulo Freire.
Até mais,
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