terça-feira, maio 19, 2015

Um Peso na Consciência

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Fonte: compartilhamento via Facebook em Maio2015
Caríssimo(a)s Colegas,

Conversando com um professor recém empossado na Secretaria de Estado de Educação do DF sobre posturas inadequadas de outros colegas de profissão, constato, mais uma vez, que não basta prover a escola de recursos pedagógicos diversos tais como laboratórios, bibliotecas, projetores, promover a capacitação e incentivo com novos cursos como os ofertados pela EAPE/DF (Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação - DF) e ainda convidar ou exigir a participação nas coordenações pedagógicas se o professor não quiser fazer a grande diferença em sua sala de aula.
Muito me entristece saber que na educação de Jovens e Adultos, por exemplo, em uma das escolas da rede pública em Samambaia persiste a prática de se fingir que ensina e os alunos por conta de hábitos antigos fingirem que aprendem. Alunos que estão prestes a concluir o ensino médio não sabem redigir um texto básico e erram feio em contas simples de matemática.
Alô Coordenadore(a)s Pedagógico(a)s acordem! Observem seus professores. Que futuro é esse que vocês estão construindo para nossos jovens e adultos? Vamos pegar pesado com os colegas que enrolam na sala de professores para iniciar seu turno de trabalho, dispensam mais cedo os alunos para não perder a partida de futebol e fazem vista grossa para as "pesquisas" tipo "Control + C - Control + V" .
Professores que agem assim estão contribuindo para perpetuar o desejo eterno da classe dominante como já denunciava o saudoso Paulo Freire.

Até mais,

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