Bom dia, meus leitores, e quem sabe Fernando Haddad!!! Pois é, quando acontece uma vez, pode ser insignificante, duas vezes, opa! vamos mudar tudo, mas três vezes já é DE MAIS.
Pôxa, já é o terceiro ano consecutivo que o ENEM fica na berlinda, meu ministro, já vai tarde rever sua assessoria e equipes gestoras, executoras e fiscalizadoras especialmente. pois sabemos que no fim quem "paga a conta" é só você.
O exame corre o risco de ser anulado. não só no estado do Ceará, onde aconteceu a situação de questões idênticas (?), mas também em todo o país. Isso ocorrendo representará uma perda de R$ 238,5 milhões aos cofres públicos e ao contribuinte.
Contudo, deve-se examinar de que forma essas questões são elaboradas. Como a maioria dos jornais dão ênfase a um formato de notícia que impacta de maneira rápida na sociedade, minhas dúvidas são as seguintes:
- As questões são realmente idênticas (iguaiszinhas), ou ligeiramente semelhantes? ora, ora!, eu já preparei alunos para concursos públicos e sei que se você faz um estudo minucioso do edital, das questões de concursos anteriores e tem um conhecimento de como a banca examinadora "pensa", não é muito complicado prever e elaborar questões que podem ser postas em um simulado. Aliás, minha gente, basta saber para que serve um simulado. Talvez, nesse caso, o simulado foi muito bem feito.
- Qual o controle existente sobre os professores convidados e pagos para elaborarem as questões? deve-se alertá-los para criação de questões inéditas, pois quem garante que um ou outro desses professores não recorreram a colegas que preparam alunos para o ENEM, solicitando sugestões de questões com a "promessa" de que as alterariam?
Um abraço a todos e todas.
Um comentário:
Bom dia Profa. Thelia.
Pelo que tem saido nos jornais, não houve um vasamento de questões, mas sim um caso isolado em uma escola no Cerá, onde foi aplicado um teste em uma época passada, utilizando o banco de questões do ENEM.
Em função disto 13 questões foram identicas e uma parecida. A justiça determinou o cancelamento em nivel nacional para as 13 questões e a Justiça do Ceará quer que a outra questão seja também anulada.
Todoso nós sabemos como é dificil um processo destes. Vejamos na nossa Escola onde temos dois processo um para selecionar os alunos para ingressar na ETB e outro para os alunos que já são estudantes (provão).
São várias pessoas envovidas, na prepraração das questões, na organização, na impressão, no empacotamento, na distribuição, na execução da prova e por fim na correçao. Em todas estas etapas é necessário que confiemos nas pessoas e nos órgãos envolvidos. No nosso caso, como fazemos um trabalho sério e tem uma equipe altamente comprometida, até hoje não houve nenhum vasamento e anulação em função de irregularidades.
Agora transporte isto para um caso em que envolve milhões de pessoas, minhares de Escolas preparando alunos.
No meu entendimento, estes casos são muito pouco em função da magnitude de um processo como é o caso do ENEM.
Fica ai o meu sentimento de que o trabalho é altamente sério, sem falcatruas e que por um acidente de percurso querem cancelar todo um processo.
Louvo a atitude da Justiça do Ceará, mas não concordo em que seja anuladas as questões, mas sim o que o MEC pretende que é a aplicação de uma nova prova, onde ocorreu o problema.
Há quem diga que os alunos serão prejudicados em ter que fazer outra prova. Mas como o problema foi criado pela escola, que a mesma agora resolva, inclusive arcando com os custos da aplicação da mesma.
Os Professores é que não agiram de uma forma ética e distribuiram as questões. Se fosse uma equipe integrada certamente isto não aconteceria.
Este é o meu posicionamento.
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