
Os alunos , serão sempre alunos não importando se a escola que freqüentam é de educação básica, curso técnico profissionalizante, ou de nível superior. E nessa condição é obrigação do Estado prover-lhes condições para que os custos com a sua formação não pesem sobremaneira em seus bolsos ou de quem lhes sustenta.
No caso especial dos alunos da Escola Técnica de Brasília, na qual oferecemos cursos profissionalizantes de Informática, Eletrônica, Eletrotécnica e Telecomunicações, muitos deles ainda freqüentam a educação regular em escolas distantes da nossa, outros moram à distância de dois ônibus diários (duas passagens para chegar à escola e mais duas para irem às suas casas); vários de nossos alunos trazem a marmita de casa para economizarem para as passagens; uns e outros desses alunos contam com a ajuda de colegas e professores para continuarem freqüentando as aulas...
Então, por quê dificultar-lhes mais ainda suas possibilidades de ascensão social, pois é sabido que tal ascensão passa pelos bancos escolares? Onde ficaram os discursos de educação de qualidade e infra-estrutura para os alunos poderem se profissionalizar?
Presenciamos um discurso do Governo local que soluções para beneficiar esses alunos estão na pauta para serem implementadas...
Os alunos estão aguardando, mas que não demorem muito pois as aulas estão avançando e alguns deles já estão faltando às disciplinas.
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